1. FAM na sexta feira, filme lentooo, porém (pra mim) bom
2. ter fome, circular de bar em bar sem ter onde sentar
3. achar o bar e descobrir que não servem lanches, sentir pontinhas de ódio
4. optar sentar em uma mini mesa no quebra-gelo com 50 mil amigos e pedir lanches, sentir pontinhas de prazer
5. tomar cerveja gelada em uma noite gelada
6. chegar em casa, conversar na madrugada com alguem que fazia tempo que não se conversava
7. família que foi viajar
8. acordar em um sábado de silêncio
9. perceber que não ha demandas lá fora, virar de lado e dormir novamente
10. se dar conta de coisinhas desconfortáveis, chorar um pouco e dormir novamente
11. tomar um vinho e ligar pra uma amiga
12. pegar família na rodoviária feliz por retornar
13. ir pra casa de amigos e refletir sobre coisas sérias e bobas
14. ver um filme péssimo
15. tomar vinho e conversar mais um pouco
16. resolver mandar mensagem, atestando vulnerabilidade, na madrugada de sábado pra domingo
17. voltar pra casa e dormir gostoso no meio da madrugada
18. acordar indignada pensando que as pessoas fazem coisas desnecessárias e idiotas
19. sentir-se louca por alguns minutos
20. dormir novamente e acordar com música e feliz
21. constatar que domingos de chuva podem ser perfeitos
22. saber que fez o que tinha que ser feito...
Fere de leve a frase... E esquece... Nada
Convém que se repita...
Só em linguagem amorosa agrada
A mesma coisa cem mil vezes dita.
Mario Quintana
domingo, 26 de junho de 2011
terça-feira, 31 de maio de 2011
prece
Fastidioso se faz o silêncio
Correndo junto ao dia mudo e macio
Gastando seu viço entre o quieto e o vazio
Quero algo pra contar, pra chorar e pra viver
Dá-me idéias pra cantar, pra plantar e pra colher
Um feitiço que me altere, me cutuque e que me solte
Quero vida pra sentir sem ligar pro que isso importe
Nany Gregório
Correndo junto ao dia mudo e macio
Gastando seu viço entre o quieto e o vazio
Quero algo pra contar, pra chorar e pra viver
Dá-me idéias pra cantar, pra plantar e pra colher
Um feitiço que me altere, me cutuque e que me solte
Quero vida pra sentir sem ligar pro que isso importe
Nany Gregório
terça-feira, 24 de maio de 2011
sementes do afeto
A gente passou por poucas e boas.
Descobriu o mundo além do campus, driblou fantasmas, experimentou sabores.
Sofreu a dor da outra por uma perda ou outra. E comemorou as conquistas mais bobinhas e gigantescas (dentro desse nosso universo amplo).
A gente matou aula achando o máximo, tomou cerveja todos os dias sem achar que éramos alcóolatras e tínhamos certeza das pessoas melhores que éramos cada hora que passava.
A gente deu bronca uma na outra e despejou na outra coisas que nem sabíamos se fazia sentido e nunca saberemos
A gente se afastou (hoje sei que um tanto sofrida, mas sabiamente) e nos reaproximamos tentado estar renovadas (e acredito sim que hoje essa amizade é a amizade que a gente queria desde o aniversário dos 26, há 10 anos atrás).
Eu te vi crescer eufórica e borocoxô, que ia mudar e permanecer, que não ia mais e ia novamente.
E foi assim que eu te vi contar que a vida em ti nascia dnovo. E que tudo podia se renovar e que agora sim você viveria a prece do amor livre!
Que fiquem de lado os copos, o salto alto e o armário arrumado por um tempo. Que venham a casa nova, as pequenas crises, e o sorriso escancarado no rosto na espera do(a) pequeno(a) prestes a trazer a boa nova de que tudo na vida pode sim ser ainda melhor e mais incrível!
Viva a Lu! Viva esse bebe querido que vem ai! Viva os sapatos e sandálinhas rasteiras!
Nos encontramos!
Da amiga, e da tia já "a mais coruja"
Bi
Descobriu o mundo além do campus, driblou fantasmas, experimentou sabores.
Sofreu a dor da outra por uma perda ou outra. E comemorou as conquistas mais bobinhas e gigantescas (dentro desse nosso universo amplo).
A gente matou aula achando o máximo, tomou cerveja todos os dias sem achar que éramos alcóolatras e tínhamos certeza das pessoas melhores que éramos cada hora que passava.
A gente deu bronca uma na outra e despejou na outra coisas que nem sabíamos se fazia sentido e nunca saberemos
A gente se afastou (hoje sei que um tanto sofrida, mas sabiamente) e nos reaproximamos tentado estar renovadas (e acredito sim que hoje essa amizade é a amizade que a gente queria desde o aniversário dos 26, há 10 anos atrás).
Eu te vi crescer eufórica e borocoxô, que ia mudar e permanecer, que não ia mais e ia novamente.
E foi assim que eu te vi contar que a vida em ti nascia dnovo. E que tudo podia se renovar e que agora sim você viveria a prece do amor livre!
Que fiquem de lado os copos, o salto alto e o armário arrumado por um tempo. Que venham a casa nova, as pequenas crises, e o sorriso escancarado no rosto na espera do(a) pequeno(a) prestes a trazer a boa nova de que tudo na vida pode sim ser ainda melhor e mais incrível!
Viva a Lu! Viva esse bebe querido que vem ai! Viva os sapatos e sandálinhas rasteiras!
Nos encontramos!
Da amiga, e da tia já "a mais coruja"
Bi
sábado, 7 de maio de 2011
Pressentimento
Cheia de trabalho, cheia de coisa pra fazer... criando tempo e espaço pra ver se as coisas podem dar certo. Achando que é pequena diante de todas as responsabilidades que lhe foram passadas; Desconfiando de que possa estar agindo errado e de que a qualquer momento tudo pode desmoronar. Com dificuldade de saber se quer estar longe ou perto das pessoas. Com o pequeno tormento de resolver se ouve música, dança, canta ou escreve e estuda.
A ponto de duvidar que as coisas possam ser boas e se resolvam da melhor forma possível. Ainda assim, ainda com tudo parecendo meio frágil e incerto. Ainda com o frio na barriga, e a sensação de que os pés não estão seguros no chão, não sabe porque mas sente uma brisinha de bons ventos. É só um bom pressentimento, algo que faz com que ela tenha um riso no fundo do rosto ao mesmo tempo que sente uma pontinha de emoção...
Será possível?
A ponto de duvidar que as coisas possam ser boas e se resolvam da melhor forma possível. Ainda assim, ainda com tudo parecendo meio frágil e incerto. Ainda com o frio na barriga, e a sensação de que os pés não estão seguros no chão, não sabe porque mas sente uma brisinha de bons ventos. É só um bom pressentimento, algo que faz com que ela tenha um riso no fundo do rosto ao mesmo tempo que sente uma pontinha de emoção...
Será possível?
sábado, 26 de março de 2011
Dos cegos do castelo me despeço e vou (tributo a mim mesma)
Quando eu era mais jovem. Eu sou bem jovem ainda, rsss... mas quando eu era mais, eu achava que eu tinha que ser bem humorada, solícita e sensata sempre. Por muito tempo foi assim. Eu fui uma criança queriiiidaaa, fofinha, calma e que colaborava com todos. Uma adolescente legal, estudiosa e que também tinha sua roda de amigos e segredos. Mas eu era muiiito legal com todos. Sim, boa menina, orgulho da mamãe.
Cara, eu olho pra trás e vejo, eu era sim uma chatinha, um porre. Mas as pessoas não achavam isso de mim. Eu estava lá, sempre disponível. E na maioria das vezes as pessoas gostavam muito e inclusive me admiravam. Mas eu, eusinha, sei que naquele tempo, lá no fundo, eu me achava uma pessoa sem sal, sem graça, sem atrativo, chatinha, normal, banal... Sabe pra que? Pelo mesmo motivo que você faz coisas pros outros e depois não tem muita certeza se devia ter feito, pelo mesmo motivo que você se submete as coisas e acha que acabou pagando um preço caro demais... pra ter amor.
Meu povo, a gente quer muito ser amado, admirado, querido. Até quando fazemos coisas esquisitas, estúpidas e sem sentido é disso que estamos atrás.
Eu tive a síndrome da adolescência tranqüila (com um histórico familiar nada tranqüilo, portanto não fazia sentido), achando que agradando todo mundo o amor aconteceria. E ai foi assim, com uma auto-estima que não era das melhores, que eu me dedicava ao mundo e me despedaçava com uma raiva boba que a gente tem achando que o mundo tem que dar tudo de volta.
Mas ok... o tempo passou; rolaram umas chacoalhadas no meio do caminho pra ver se a garota se tocava que podia ser uma pessoa bem mais interessantinha do que aquele ser afetuoso e bondoso. Tive amigos que me chacoalharam, tive uma relação que se arrastou por anos por obsessão minha (em que eu era inteira e ele so queria meia pessoa, meia Bia) mas que serviu pra acordar, tive a universidade e tive a mim mesma. Me revirei do avesso, escarafunchei, procurei, vigiei, esquadrinhei até me despedir de alguns cegos do castelo, e achar algo parecido com o que eu desejava ser...
E o que quero ser é a Bi / Bia, a Bia que vai ao psicodália pela primeira vez sentindo que ta fazendo uma super ousadia, a Bi que é irônica, a Bia que fica mal humorada pela manhã, a Bia que engata em uma bobagem atrás da outra. A Bia intransigente e que tranca a porta do quarto, a Bi que abre a porta e quer todo mundo por perto. A Bia que quer retorno e investimento nas relações, a Bia que faz longos silêncios, que fala palavrão; A Bia que ri alto e que adora sambar. A Bia que não suporta ver pessoas que ama se afundando no raso, mas vez ou outra se afunda também. A Bia que se apaixona e acha que aquele ser pode ser tudo na vida dela, a Bia que se decepciona e quer ficar longe por um tempo. A Bi/Bia que finalmente, para Lu, Julie, Pati, Marta, Clarete, vai fazer 30 (trintaaaa) e vai fazer A FESTA... a Bia do maracatu pro desespero do Chris e do Blues pra alegria do movimento;;; A tia Bi apaixonada pela gotosinha; A Bia que sente saudades, imensas saudades e tem seções nostálgicas da vida, a negrinha que não é sempre tão positiva assim, mas que procura uma saída.
A afro-descendente que ta aí. To na área, to disposta, to querendo, e ta bem bom assim...
E sim, esse texto é um tributo a mim mesma , eu me amo, haha!!
Cara, eu olho pra trás e vejo, eu era sim uma chatinha, um porre. Mas as pessoas não achavam isso de mim. Eu estava lá, sempre disponível. E na maioria das vezes as pessoas gostavam muito e inclusive me admiravam. Mas eu, eusinha, sei que naquele tempo, lá no fundo, eu me achava uma pessoa sem sal, sem graça, sem atrativo, chatinha, normal, banal... Sabe pra que? Pelo mesmo motivo que você faz coisas pros outros e depois não tem muita certeza se devia ter feito, pelo mesmo motivo que você se submete as coisas e acha que acabou pagando um preço caro demais... pra ter amor.
Meu povo, a gente quer muito ser amado, admirado, querido. Até quando fazemos coisas esquisitas, estúpidas e sem sentido é disso que estamos atrás.
Eu tive a síndrome da adolescência tranqüila (com um histórico familiar nada tranqüilo, portanto não fazia sentido), achando que agradando todo mundo o amor aconteceria. E ai foi assim, com uma auto-estima que não era das melhores, que eu me dedicava ao mundo e me despedaçava com uma raiva boba que a gente tem achando que o mundo tem que dar tudo de volta.
Mas ok... o tempo passou; rolaram umas chacoalhadas no meio do caminho pra ver se a garota se tocava que podia ser uma pessoa bem mais interessantinha do que aquele ser afetuoso e bondoso. Tive amigos que me chacoalharam, tive uma relação que se arrastou por anos por obsessão minha (em que eu era inteira e ele so queria meia pessoa, meia Bia) mas que serviu pra acordar, tive a universidade e tive a mim mesma. Me revirei do avesso, escarafunchei, procurei, vigiei, esquadrinhei até me despedir de alguns cegos do castelo, e achar algo parecido com o que eu desejava ser...
E o que quero ser é a Bi / Bia, a Bia que vai ao psicodália pela primeira vez sentindo que ta fazendo uma super ousadia, a Bi que é irônica, a Bia que fica mal humorada pela manhã, a Bia que engata em uma bobagem atrás da outra. A Bia intransigente e que tranca a porta do quarto, a Bi que abre a porta e quer todo mundo por perto. A Bia que quer retorno e investimento nas relações, a Bia que faz longos silêncios, que fala palavrão; A Bia que ri alto e que adora sambar. A Bia que não suporta ver pessoas que ama se afundando no raso, mas vez ou outra se afunda também. A Bia que se apaixona e acha que aquele ser pode ser tudo na vida dela, a Bia que se decepciona e quer ficar longe por um tempo. A Bi/Bia que finalmente, para Lu, Julie, Pati, Marta, Clarete, vai fazer 30 (trintaaaa) e vai fazer A FESTA... a Bia do maracatu pro desespero do Chris e do Blues pra alegria do movimento;;; A tia Bi apaixonada pela gotosinha; A Bia que sente saudades, imensas saudades e tem seções nostálgicas da vida, a negrinha que não é sempre tão positiva assim, mas que procura uma saída.
A afro-descendente que ta aí. To na área, to disposta, to querendo, e ta bem bom assim...
E sim, esse texto é um tributo a mim mesma , eu me amo, haha!!
quarta-feira, 2 de março de 2011
Eu vou torcer
To postando essa música porque ela tem feito o maior sentido pra mim nos ultimos dias... As vezes esqueço de torcer pelas coisas bonitas e queridas e ai sinto que nao sou bem eu, ou melhor que sou eu nao querendo ser... torcer o tempo todo é meio foda... mas quando lembro de torcer pelo menos um pouquinho, me alegro
Eu vou torcer pela paz
Pela alegria, pelo amor...
Pelas coisas bonitas
Eu vou torcer
Eu vou!...(2x)
Pelo inverno, pelo sorriso
Pela primavera, pela namorada
Pelo verão, pelo céu azul
Pelo outono, pela dignidade
Pelo verde lindo desse mar...
Pelas coisas bonitas
Eu vou torcer
Eu vou!...(2x)
Eu vou torcer pela paz
Pela alegria, pelo amor...
Pelas coisas bonitas
Eu vou torcer
Eu vou!...(2x)
Pelas coisas úteis
Que você pode comprar
Com dez reais
Pelo bem estar
Pela compreensão
Pela agricultura celeste
Pelo meu irmão
Pelo jardim da cidade
Pela sugestão
Pelo amigo
Que sofre do coração...
Pelas coisas bonitas
Eu vou torcer
Eu vou!...(2x)
Eu vou torcer pela paz
Pela alegria, pelo amor...
Pelas coisas bonitas
Eu vou torcer
Eu vou!...(2x)
(Jorge Benjor)
Eu vou torcer pela paz
Pela alegria, pelo amor...
Pelas coisas bonitas
Eu vou torcer
Eu vou!...(2x)
Pelo inverno, pelo sorriso
Pela primavera, pela namorada
Pelo verão, pelo céu azul
Pelo outono, pela dignidade
Pelo verde lindo desse mar...
Pelas coisas bonitas
Eu vou torcer
Eu vou!...(2x)
Eu vou torcer pela paz
Pela alegria, pelo amor...
Pelas coisas bonitas
Eu vou torcer
Eu vou!...(2x)
Pelas coisas úteis
Que você pode comprar
Com dez reais
Pelo bem estar
Pela compreensão
Pela agricultura celeste
Pelo meu irmão
Pelo jardim da cidade
Pela sugestão
Pelo amigo
Que sofre do coração...
Pelas coisas bonitas
Eu vou torcer
Eu vou!...(2x)
Eu vou torcer pela paz
Pela alegria, pelo amor...
Pelas coisas bonitas
Eu vou torcer
Eu vou!...(2x)
(Jorge Benjor)
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